Serviços / Meio Ambiente e Engenharia
Meio Ambiente e Engenharia
figura11.webp
O estudo geoambiental usa métodos geofísicos para investigar o subsolo sem escavação, com foco em três objetivos frequentes: identificar o topo rochoso, mapear áreas de risco geotécnico e delimitar plumas de contaminantes. O método mais usado é a resistividade elétrica.
O topo rochoso é fundamental em obras de engenharia, fundações e escavações. A geofísica mostra sua profundidade e sua variação. Já as áreas de risco, como zonas com cavidades, saturação ou solos instáveis, podem ser apontadas antes que causem problemas. Nas plumas de contaminação, a alteração na condutividade do subsolo ajuda a delimitar a área afetada.
O estudo apoia diagnósticos ambientais e o planejamento de ações de remediação, indicando onde concentrar sondagens e amostragens. Assim, a investigação fica mais objetiva e econômica, pois direciona os esforços para os locais que realmente importam.
figura11b.webp
É a investigação do subsolo com métodos geofísicos para avaliar aspectos como topo rochoso, riscos geotécnicos e contaminação.
Ela identifica alterações físicas no subsolo, como mudanças de condutividade, associadas a plumas. A confirmação química exige amostragem e análise laboratorial.
Para definir escavações, fundações e projetos de engenharia, além de estimar volumes e custos com mais segurança.
Principalmente resistividade elétrica, caminhamento elétrico e métodos eletromagnéticos, combinados conforme o objetivo.
Não. Ele é uma ferramenta de apoio que direciona a investigação, mas não dispensa amostragens e análises exigidas pela legislação.
Sim. A geofísica é aplicada em áreas com suspeita de vazamento ou contaminação, ajudando a delimitar o problema.
Zonas com solos instáveis, saturação, cavidades ou variações bruscas do substrato, entre outras, dependendo do contexto geológico.
Traz mapas e seções geofísicas, a interpretação dos resultados, as áreas de interesse e recomendações para investigações complementares.