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Geofísica e Mineração
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O caminhamento elétrico é um levantamento de resistividade feito ao longo de perfis no terreno. Em vez de investigar um único ponto em profundidade, ele mapeia como a resistividade varia lateralmente e em profundidade ao longo de uma linha, gerando seções que mostram fraturas, contatos geológicos e zonas de interesse.
Podem ser usados diferentes arranjos de eletrodos. O dipolo-dipolo oferece boa resolução lateral, o polo-polo alcança maiores profundidades com menos eletrodos, e o polo-dipolo é um meio-termo entre sinal e resolução. Escolhemos o arranjo conforme a profundidade desejada, o espaço disponível e o alvo da investigação.
É muito usado para localizar poços em rochas fraturadas, mapear estruturas geológicas, delimitar plumas de contaminação e apoiar a mineração. Os dados são tratados e invertidos para gerar seções de resistividade que auxiliam a interpretação geológica.
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É um levantamento que mede a resistividade do subsolo ao longo de linhas, produzindo seções que mostram variações laterais e em profundidade.
A SEV investiga a profundidade em um ponto. O caminhamento mapeia a variação ao longo de uma linha. Juntos, oferecem uma visão mais completa.
Dipolo-dipolo, polo-polo e polo-dipolo, cada um com vantagens em resolução, profundidade e sensibilidade ao ruído.
Pela profundidade do alvo, pela resolução necessária e pelo espaço disponível. Fazemos essa escolha no planejamento do levantamento.
Sim. Ele é bastante útil para identificar zonas fraturadas com potencial hídrico em terrenos cristalinos.
Depende do comprimento e do número de linhas. Uma linha pode ser feita em algumas horas, e áreas maiores podem exigir mais de um dia.
Ajuda bastante. A linha precisa ser acessível, e cercas metálicas, tubulações e redes elétricas devem ser informadas por interferirem nos dados.
Seções de resistividade, interpretação das feições relevantes e recomendações, como pontos de perfuração ou áreas de investigação.